Ebook – Crônicas de Nárnia: O cavalo e seu Menino

17 03 2009

O cavalo e seu meninoSinopse: Shasta escapa do país da Calormânia com um cavalo branco de Nárnia, Bri. Junto com Aravis e a égua dela, Huin, eles descobrem um plano dos calormanos para conquistar Nárnia e passam por muitas aventuras para avisar aos seus amigos narnianos do ataque.

Comentários: Terceiro livro cronológico da coleção. Meito intrigante, porque a história não se passa em Nárnia. Muita aventura e fantasia estão presentes do começo ao fim desse livro. São 198 páginas de muita emoção.

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Ebook – Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

15 03 2009

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-RoupaSinopse: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia descobrem uma passagem para Nárnia dentro de um velho guarda-roupa. Lá, eles se unem ao leão Aslam e outros seres mágicos na luta contra a Feiticeira Branca para livrar Nárnia do inverno sem fim.

Comentário: O primeiro livro da coleção a receber uma versão no cinema. Este livro aprofunda mais ainda a história de Nárnia. Muito simples e fácil de ler, rico em detalhes, fazendo a imaginação fluir muito melhor. O clássico infatil tem pouco menos que 230 páginas.

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Ebook – Crônicas de Nárnia: O sobrinho do Mago

13 03 2009

Crônicas de Nárnia: Sobrinho do MagoSinopse: Digory e Polly descobrem uma passagem secreta que interliga suas casas e, enganados pelo tio André, viajam para o Reino de Charn, onde acordam a malvada rainha Jadis. Em uma nova viagem, eles testemunham a criação do mundo de Nárnia, através da canção do Grande Leão, Aslam.

Comentários: Clássico infantil bem simples, pra quem gosta do gênero fantasia este livro é muito atraente. Leitura fácil, muito bom para crianças (ou pessoas quem não tem hábito de ler….hehehe). Tem menos de 240 páginas e pode-se ler rápidamente através dos seu capítulos curtíssimos.

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Quantos livros você já leu??

10 03 2009

O brasileiro não é uma referência como leitor, possui uma média de 4,7 livros lidos por ano. Muitos motivos explicam esta situação, o preço, o analfabetismo, a precariedade das bibliotecas e muito tem se tentado fazer pra mudar.
Veja algumas reportagens a respeito:
http://mais.uol.com.br/view/113712

http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=21099

Eu particulamente sempre quis aprender a ler, lembro que vivia pedindo ao meu pai que me ensinasse, e assim no auge dos meus cinco anos de idade já lia quase que perfeitamente, o que na época me colocava um passo a frente com relação as crianças de mesma faixa etária. No entanto, apesar do incetivo indireto do meu pai que sempre estava com livros e livros pela casa toda, e o direto vindo das aulas de literatura, acredito que nunca passou de uma curiosidade, uma experiência nova, um desafio novo. Agora já sabia ler, o desafio estava ganho. Por fim acabei nunca tendo interesse em ler algum livro, e isso me bastava. Já conseguia ler o que estava na televisão, o destaque dos jornais impressos e até algumas reportagens que viesse me interessar em alguma revista. Só que o tempo foi passando e os interesses vão mudando, as brincadeiras de rua começaram peder espaço para o computador e a internet, sendo a leitura uma constante, além de sua necessidade ser cada vez maior nos estudos. Até que percebi que ler já havia consumido meu dia-a-dia, e mesmo assim nunca havia lido um livro sequer. Foi quando resolvi tomar vergonha na cara e ler, fazendo isso disposto tornar isso um costume. Comecei lendo um coleção antiga, que fiquei sabendo que tinha ganho uma versão cinematográfica, Crônicas de Nárnia, empolgado li os três primeiros livros num só dia, no seguinte outros dois da coleção. Li até me esgostar.Tanto que não quis ler mais nada, nem panfleto. Muito tempo depois, a vontade apertou de novo, só que agora me segurando pra que não ler tudo de uma só vez, lendo alguns capítulos por dia. Assim terminei de ler a coleção de sete livros de Lewis fui crescendo na arte da leitura encontrando outros tantos títulos. E mesmo achando que não sou referência de leitor sei de sua importância, e com certeza já li cinco livros esse ano.
Sendo assim, pra que pelo menos acesso não seja problema, vou tentar postar meus comentários e ebooks de alguns desses livros.

Você tem hábito de ler? O que você acha?
Comente!





Revirando as ideias…

20 02 2009

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Querida! Um tapetinho felpudo…

15 10 2007

Cansado da vida de ajudante de estudante ( ó.. até rimou), Rogerr foi dar um rolé pela casa do Panaca. Então, como ganhara um veículo automotivo do mesmo, saiu picando mula, nem sequer olhou para trás, com medo de se arrepender.
Então seguiu o seu rumo. Como no outro passeio, encontrou grandes novidades. Saiu do quarto do Panaca, encontrou um imenso gigantesco corredor, no fim do corredor um lindo tapete felpudo branco, ele muito curioso, foi ver o belo tapete.
–Ahh..tapetinho felpudo..( esfregando o rosto com carinho no tapete).
Imediatamente, lembrou-se que Catifúndia estava com Demente ali por perto, e claro, foi buscá-la para ver e sentir o tapetinho felpudo.
Então sentou a poupança no seu veículo automotivo e foi-se para onde estavam. Chegando lá, contou a novidade para Catifúndia, mas, contou de uma forma tão empolgada do belo tapetinho felpudo, que contagiou ela, a deixando muito curiosa. E novamente voltaram para o veículo automotivo, e foram ver o tal tapetinho felpudo.
No caminho, ele começou a contar toda sua história: como o encontrou, como viu, como sentiu o belo tapete. De repente um barulho estranho.
–Qué que é isso Rogerr?? – expressou Catifúndia –Que barulho foi esse?
–Ah meu amor..me desculpe, foi inevitável – respondeu Rogerr meio sem graça.
Então com um sorrisinho amarelo, desceu do veículo automotivo como quem quer disfarçar algo, deu a corda no carrinho novamente, que começou a acabar, e voltou para dentro do veículo.
–Desculpe Cati, mas é que o veículo é de corda, a corda eu já dei..agora precisa dar impulso..vamos ter que empurrar..
E foi o que fizeram, Catifúndia ficou muito revoltada com aquela situação, mas empurrou, o que acredito que até foi bom para os dois, pois tiveram que trabalhar juntos, e pelo menos pôde descontar a sua raiva no carro (hehe). Mas beleza, depois do esforço voltaram o caminho.
Chegando lá no tapetinho felpudo, Rogerr muito empolgado com o tapetinho, se adiantou olhou pro tapete, voltou-se para Catifúndia, fez pose de foto, um sorrisinho meio tonto e falou:
–Tapetinho felpudo..
Catifúndia ficou olhando, deu uma risadinha e foi ver o tal tapetinho.
Ela olhou e achou muito estranho o tapete. Parecia mais uma montanha felpuda do que um mero tapete.
Mais curiosa que Rogerr, que se conformou com o felpudo tapete,Catifúndia começou a subir a montanha felpuda.Atrás dela seguiu Rogerr.
– Puxa como a visão daqui de cima é divertida e bonita! – disse Catifúndia.
Rogerr com um leve movimento de cabeça concordou.
De repente, do nada, a montanha felpuda começou a levantar e fazer au-au. Ao som de assobio, o tapete felpudo saiu em disparada. Imediatamente perceberam que o tapete tratava-se de um cachorro, mais exatamente, o cachorro do Panaca.
–Ôua! ôua! – Gritava Rogerr com a intenção de parar o cão, mas eu disse, era um cão e não um cavalo, sendo assim não parou.
Por fim, que o chamava era o próprio Panaca e e logo estavam no quarto novamente.
Assim o belo tapetinho felpudo, era apenas o belo cãozinho do Panaca, que por sinal, deram sorte, pois o belo cachorrinho ia ser levado para passear e ter seu momento de defecação sossegado, e se não pulassem a tempo no quarto, o passeio não seria muito agradável.





Saga da bedega

1 10 2007

    Cristo Deus! Sabe aqueles dias em você esta super agitado, e você olha de um lado, olha do outro e, não encontra nada além de um nada, com um pouquinho de tédio.
Então naquele dia, a aula maravilhosa era de Educação Física, e é aquele negócio, pra ganhar nota vale de tudo, bastas se exercitar. Como Rogerr é meio sedentário, ele não quis jogar futebol, nem vôlei, basquete então nem pensar. Até mesmo porque não tem habilidade para tal.
Panaca com o intuito de incentivá-lo a prática de esportes, mostrou-lhe um jogo novo, meio pré-histórico, mas novo para Rogerr.Era uma coisa que se joga com as mãos e tem umas penas em cima. Era uma peteca.
E com um empurrão dado delicadamente por Panaca, Rogerr com aquela força de vontade foi jogar peteca, mas como não se pode jogar sozinho, Panaca bem empolgado com o jogo chamou Miguxa e Seilá, que apesar dos nomes não são emotivas.
Mas continuando, lá se foi a primeira vantagem, o primeiro ponto, e foi o suficiente para que Rogerr pegasse gosto pelo esporte. Ali passou a aula inteira. Entretanto a aula passou, porém o gostinho de quero mais não.
Ao sair do colégio, entusiasmados agora com o novo esporte, Rogerr puxou suas Miguxa e Seilá, na busca de uma peteca. Assim se deu e começou a saga da peteca.
Como Miguxa conhece bem a região, ela os orientou até a loja de um e noventa em nove (pra você ver como por extenso fica bonito), a qual seria o lugar mais provável de ter uma peteca. Chegando lá, uma velha senhora turca, estava sentada em sua cadeira. Rogerr que já estava agitado, agora empolgado perguntou à senhora:
– Oi!? Tem peteca?
A senhora muito educada, e com o sotaque bem carregado respondeu:
–Ah, tem sim! Pode pegar, está logo ali –apontando em direção ao lugar.
Rogerr então, foi pegar a peteca conforme a senhora disse. Chegando no lugar, olhou..olhou.. mas não encontrou. Então perguntou de novo.
– Onde que tem?
A senhora, continuava apontando o mesmo lugar, afirmando com certeza. Dessa vez ela tomou a iniciativa, e perguntou:
– Jovem, o que você quer? Não é uma bedega? Então..olha só.. tá aqui.
E foi em direção a tal “bedega”. Só que ela voltou com um ralador. Meu deus! Rogerr achava que bedega era sotaque…
Depois de um tempo, quando pararam de rir (pode não parecer, mas na hora foi muito engraçado), Seilá, que até o momento só gargalhava lembrou a todos:
– Na Casa China tem!
Puxa! O que uma publicidade agressiva com slogans bizarros não fazem? Pois é, da turca foram pra Casa China.
É..realmente na Casa China tem! lá compraram a bedega e jogaram até a cansar.