A viagem de Catifúndia

1 10 2007

    Estava Rogerr e Catifúndia naquele momento de namorados, e ela diz que tem que fazer uma viagem e teria que passar um tempo fora. Ela teria que viajar lá pro fundo da sala, e passaria quase uma aula inteira fora. O problemas é que uma viagem é muito longa quando quem viaja é uma borracha. E como em outros momentos ele já encontrara meios mais fáceis para isso, ela lhe pediu ajuda.

    Dessa vez duas réguas e um pouco de fita adesiva não seriam suficientes para tal viagem. E como se tratava de sua namorada não achou que seria conveniente pedir ao Panaca que a arremessasse, como ele faz em todas as viagem de longo prazo como essa, até mesmo porque a aterrissagem não é boa, e um tanto dolorida.
Então lembrou-se que no precipício encontrara o que seriam projetos de avións. Desceu Rogerr e Catifúndia até lá onde permaneciam os avións intactos. De alguma forma aqueles avións forma parar lá, e com certeza estavam parados porque em seu projeto haviam falhas.
Como era feitos de papel, Rogerr e Catifúndia não teve dificuldade de desdobrá-lo e fazer ,como aquelas crianças que abrem o brinquedo inteiro só para saber como foi feito. Visto isso viram que não se podia ter controle de vôo pois não passava de uma avaliação mal feita e que somente planava pelo ar. Ou seja, tinha-se que jogar o avión para que pudesse voar pra onde quisesse.
Pegaram uma folha, o dobraram como viram no projeto e fizeram um outro belo avión.
Então chegara o momento do avión voar. Panaca iria o arremessá-lo e Catifúndia já estava a postos.
E lá foi o avión, na melhor e mais tranqüila das viagens já realizadas por Catifúndia.
Tá! É brincadeira … não foi bem assim …
Ela nunca sentiu tanto medo  em sua vida, aquilo era pavoroso e muito louco, o vento quase a levou do avión, a coitada quase se desfez de desespero.
Assim foi sua viagem, planando pelo horizonte até o fim da sala.
Depois de uma aula, Rogerr a foi esperar com o seu brilhante projeto de transporte. Só que nem um nem outro chegou. De repente um grito de quem está com o máximo de adrenalina no sangue, era Catifúndia, toda feliz.
Ela tinha sido arremessada sem o avión. Rogerr caiu em  preocupação, pois não havia ninguém que pudesse pegá-la. Então Catifúndia começou a cair, porém Rogerr nunca a viu com um sorriso de orelha a orelha (se tivesse), como naquele momento. Humm… tinha farofa nesse angu.
Do nada, ela abre um pára-quedas. E numa tranqüila aterrissagem (agora sério), ela chega ao chão.
– E agora? Quem é o inteligentão? – perguntou catifúndia bem cínica.
–Mas nem pra dar um “OI!” e já vai ser ignorante?
– Tá parei..
É dessa vez a idéia perfeita de Rogerr não foi uma da melhores, mas ninguém é perfeito. E  como disse Rogerr:
– Eu posso aceitar isso, e meu coração continua aberto…

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